5 grandes tendências do marketing digital em 2025: da busca em todo lugar ao “revés do AI”

2025-11-19 14:37

Introdução: acompanhar 2025 não garante que você acompanhe “o próximo 2025”

O vídeo começa com uma frase bem direta: “Se você já está seguindo o template de marketing de 2025, na verdade já começou a ficar para trás.”

O criador divide essa ideia em cinco tendências: a busca já não acontece só no Google, mas se espalha por redes sociais, imagens, voz e chatbots; o short video deixa de ser o único formato dominante e o conteúdo longo começa a voltar; a qualidade de conteúdo é acelerada pelo AI; as marcas não procuram apenas KOLs, mas passam a colocar colaboradores na frente das câmeras; e, quando o AI é usado para “gerar conteúdo 100% automático”, o público passa a desejar ainda mais ver pessoas reais.

Mais do que um simples vídeo de “lista de tendências”, é quase um alerta para marcas e criadores: o futuro do marketing digital será um jogo de longo prazo entre comportamento humano, conteúdo e colaboração com AI. A seguir, vamos destrinchar, pelos olhares de usuários comuns, especialistas e do próprio AI, as mudanças que essas cinco tendências podem trazer.



Olhar do usuário comum: empurrado pelo algoritmo, mas começando a querer “mais profundidade”

Mandy: a nova geração que já “pesquisa o mundo” dentro do TikTok

Mandy está começando na área de social media e comenta que já faz tempo que não “dá um Google” primeiro. Em vez disso, ela se acostumou a buscar looks, viagens e tutoriais de ferramentas diretamente no TikTok e no Reels, e até a usar busca por imagem para achar inspiração de decoração.

O “Search Everywhere Optimization” citado no vídeo faz total sentido para ela – ela já trata as redes como um motor de busca, só não tinha se dado conta de que as marcas podem, sim, otimizar conteúdo propositalmente para esse tipo de “busca social”.

A-Hao: saturado de vídeos curtos, voltando a procurar conteúdo longo

A-Hao, freelancer, conta que nos últimos dois anos foi “estragado” pelos vídeos curtos: qualquer coisa acima de 1 minuto já dava vontade de pular. Mas, recentemente, passou a assinar podcasts, ver tutoriais longos e até salvar posts de blog, por um motivo simples:

“Short video é gostoso de ver, mas esqueço tudo depois. Conteúdo longo toma tempo, mas foi o que finalmente me deu coragem de rodar meu primeiro anúncio.”

Isso conversa diretamente com a segunda tendência do vídeo: o conteúdo longo não morreu; só ficou abafado um tempo pelo algoritmo e agora, com a volta da demanda por profundidade e confiança, está reaparecendo.

Kelvin: pequeno empreendedor oscilando entre AI e “gente de verdade”

Kelvin, empreendedor, se identificou principalmente com as duas últimas tendências: AI como reforço de conteúdo e o efeito rebote do “AI que dá errado”. Ele admite que já sonhou em “ter tudo feito pelo AI” e que o resultado foram textos e imagens com cara de modelo sem alma.

Hoje, ele faz assim:

  • Primeiro, ele ou alguém do time constrói a história e o ponto de vista;
  • Depois, usa AI para edição, aprimoramento visual e adaptação para múltiplas plataformas;
  • E, por fim, combina com um navegador antideteção de fingerprint como o MasLogin para gerenciar a distribuição em múltiplas contas e regiões.

Segundo ele, o que funciona de verdade é a combinação “pessoas + AI + ferramentas”, e não o uso extremo de um lado só.



Visão dos especialistas: por trás das cinco tendências, existe uma grande mudança de eixo

A estrategista sênior de marketing Lin Zi-en resume as cinco tendências do vídeo em uma linha-mestra: “sair da lógica de plataforma e entrar na lógica de experiência”.

Tendência 1 e 2: busca em todo lugar + volta do conteúdo longo

Para ela, o tal “Search Everywhere” significa, na prática, reescrever a cartilha tradicional de SEO:

  • Não se trata mais apenas de otimizar páginas de site, mas também títulos de short video, legendas, thumbnails e alt-text de posts em redes;
  • Não basta pensar em palavras-chave, e sim em em quais contextos o usuário faz perguntas por voz, imagem ou via chatbot.

Já o retorno do conteúdo longo acontece porque:

“Quando todo mundo está brigando por 15 segundos de atenção, quem quer construir um ativo de marca de verdade acaba voltando para blogs, vídeos profundos e newsletters.”

Para equipes que já têm uma base mínima de conteúdo, a recomendação dela é clara: use o short video como “porta de entrada” e o conteúdo longo para construir confiança e conversão. Não é uma disputa entre os dois formatos, e sim um jogo de complementaridade.

Tendência 3 e 4: AI reforçando conteúdo + conteúdo gerado por colaboradores (EGC)

Em relação às ferramentas de imagem com AI e ao EGC (Employee Generated Content) que o vídeo apresenta, Lin Zi-en observa:

  • O AI permite que marcas pequenas produzam visuais com “cara de marca grande”;
  • Mas a diferença real continua sendo quem conhece melhor a linguagem e as dores da própria audiência.

Ela alerta que, quando a empresa coloca colaboradores em frente às câmeras, precisa pensar bem em contratos, remuneração e gestão de risco, principalmente:

  • Se o colaborador gerencia várias contas oficiais ou páginas em diferentes países, é recomendável usar uma ferramenta como o MasLogin para separar ambientes de login e reduzir o risco sobre as contas;
  • No conteúdo, vale fornecer guias e roteiros de tópicos, e não script palavra por palavra, preservando autenticidade e evitando criar apenas uma “personagem corporativa” artificial.

Tendência 5: depois do “AI que erra”, o conteúdo humano ganha valor extra

O ponto final do vídeo, “When AI goes wrong”, é um recado para todas as marcas:

quando todo mundo usa AI para “alisar” e padronizar conteúdo, histórias humanas com imperfeições passam a ser mais raras – e, portanto, mais valiosas.



Olhar do AI: depois de GPT-4 e Gemini, para onde vai o marketing?

Se modelos como GPT-4 ou Gemini olharem para esse vídeo a partir do futuro, provavelmente fariam três previsões principais.

A experiência de busca ficará mais “conversacional” e o SEO clássico será desmontado em partes

Os resultados de busca tendem a se parecer cada vez mais com um bate-papo com um assistente, não com uma lista de links. Para marcas, isso significa:

  • Não basta aparecer no resultado do Google; é preciso aparecer também nas respostas dos assistentes de AI;
  • O conteúdo terá de ser estruturado de forma que o modelo consiga entender e citar, fugindo do velho jogo de “empilhar palavras-chave”.

“Empilhar conteúdo + empilhar experiência” será o novo normal

O AI prevê que as equipes com melhor desempenho vão conseguir fazer duas coisas em paralelo:

  • Usar AI para transformar um mesmo tema em vários formatos: short video, vídeo longo, artigo, newsletter, quiz interativo;
  • E, na prática de mídia e operação, combinar ferramentas como o MasLogin com proxies e múltiplos devices para fazer testes A/B entre contas, validar versões em diferentes regiões e acelerar o ciclo de tentativa e erro em cada formato.

O papel humano: de “produtor” para “diretor e curador”

Depois de GPT-4, o valor do profissional de marketing humano tende a se concentrar mais em:

  • Formular perguntas e temas com insight de verdade;
  • Decidir quais conteúdos merecem ser amplificados e em quais canais testar;
  • Escolher, entre inúmeras variações geradas pelo AI, aquela que melhor traduz a alma e a verdade da marca.


Conclusão: a verdadeira vantagem está em como você “usa” essas tendências

As cinco tendências listadas no vídeo não são exatamente um segredo:

  • Já sabemos que as pessoas pesquisam em redes sociais e aprendem via short video;
  • Também sentimos na pele a volta gradual do conteúdo longo e a avalanche de ferramentas de AI.

O lembrete importante é outro: tendência, sozinha, não gera resultado; o que faz diferença é como você integra essas tendências ao seu próprio sistema.

Se você já está construindo uma marca ou um personal branding, talvez valha começar por três movimentos práticos:

  • Escolher um tema e criar, ao mesmo tempo, um short video de entrada e um conteúdo longo de aprofundamento;
  • Convidar um colaborador disposto a aparecer em frente às câmeras para testar uma linha de EGC;
  • Usar AI para acelerar a criação e combinar com ferramentas como o MasLogin para gerenciar de forma estável seus testes em múltiplas plataformas e contas.

Enquanto alguns ainda perguntam “quais são as novas tendências de 2025”, você já pode estar preparando o terreno para “o próximo 2025”.

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