6 novas regras do marketing digital em 2025: busca de marca, agentes de IA e social commerce reescrevem o jogo

2025-11-19 15:04

Introdução: quando a “marca” vira o destino final de todo o tráfego

O vídeo começa com um lembrete direto: o marketing digital de 2025 não está sendo “ajustado”, ele está sendo reescrito.

A partir de seis ângulos – curva de busca de marca, agentes de IA, busca em múltiplas plataformas, internacionalização dos negócios, expansão dos podcasts e social commerce – o criador aponta um fato central:

O que determina cliques, conversões e ROI já não é só o ranqueamento de palavras-chave, mas se a sua marca está sendo ativamente buscada e lembrada em todos os pontos de contato.

Ele usa o Google Trends para checar o termo de marca, cita os “11,1 pontos de contato” antes da decisão de compra e lembra que:

  • 59% das buscas no Google já são “zero clique”, mas o Google continua faturando 265 bilhões de dólares ao ano com anúncios;
  • Instagram, Amazon, App Store e outros viraram pontos de partida de busca;
  • agentes de IA (ferramentas no estilo Intercom, Salesforce Agentforce etc.) começam a assumir atendimento, upsell e retenção.

Esses sinais fazem muita gente repensar: será que o conteúdo e os anúncios da minha marca realmente acompanharam essa virada para um modelo orientado à marca e distribuído em múltiplas plataformas?



Olhar do usuário comum: jornada de decisão moldada por busca de marca, podcasts e social commerce

Xiaoya: de “buscar produto” para “buscar marca”

Xiaoya, iniciante em marketing, conta nos comentários que, depois do vídeo, a primeira coisa que fez foi abrir o Google Trends e pesquisar o nome da empresa. O resultado foi uma linha quase reta.

“Só aí percebi que passo o dia correndo atrás de cliques, mas a maioria das pessoas nem pensa em procurar nossa marca.”

Para ela, o dado dos “11,1 pontos de contato em média” do vídeo doeu fundo: quando olha para as próprias decisões de compra de cursos online ou ferramentas SaaS, sempre é algo como “primeiro ouvi no podcast, depois vi no YouTube, por fim um short nas redes sociais” – só então comprou.

Kelvin: blog até dizer chega, mas vendo o podcast ultrapassar

Kelvin, que toca um blog há anos, ficou impressionado com os números sobre podcasts:

  • Mais de 1 bilhão de blogs no mundo;
  • Menos de 5 milhões de podcasts ativos;
  • E uma audiência com renda média anual acima de 75 mil dólares.

Nos comentários ele diz que, até pouco tempo, só se arriscava a comprar spots de anúncios em podcasts. Agora passou a considerar seriamente ter um programa próprio, usando a voz para “aquecer” as buscas pela marca ao longo do tempo, em vez de brigar apenas por SEO.

Lily: a compra já não começa na homepage

Lily, seller de e-commerce cross-border, concorda totalmente com a última tendência do vídeo:

“Muitos clientes nunca viram a homepage da minha loja. Eles me encontram primeiro em lives no TikTok Shop, depois fuçam os Reels no Instagram e, só então, vão para o carrinho.”

Para ela, o tal “social commerce chegando a 6,2 trilhões de dólares até 2030” não é uma previsão distante, é o dia a dia. Por isso, já começou a usar um navegador antideteção de fingerprint como o MasLogin para gerenciar múltiplas plataformas, lojas e contas em diferentes mercados – evitando problemas com sistemas de risco das plataformas em meio a lives e testes constantes.



Visão dos especialistas: curva de marca, mercados multilíngues e o “kit de ferramentas” certo

O consultor de marketing digital Lin Zi-en extrai três linhas principais do vídeo, que merecem atenção especial das marcas.

Busca de marca é o “indicador macro” de toda a performance

Ele concorda totalmente com a prática de analisar o nome da marca no Google Trends, porque:

  • Com o aumento das buscas de zero clique, só o volume de cliques já não reflete o interesse real;
  • Quando alguém busca sua marca de forma ativa, significa que a exposição em múltiplas plataformas realmente “entrou na cabeça” da pessoa.

Ele recomenda que, ao avaliar resultados trimestrais, as marcas observem não só ROAS e CTR, mas também a curva de busca da marca, somando a isso dados de outras plataformas (tendências de busca no Instagram, Amazon etc.).

Internacionalização: não é só traduzir, é localizar “tecnologia + conteúdo”

O vídeo menciona o uso de ferramentas para traduzir vídeos e textos para vários idiomas e o uso de hreflang para ajudar o Google a diferenciar versões linguísticas. Lin Zi-en complementa:

  • No lado técnico, é preciso cuidar de tags, arquitetura de site e velocidade;
  • No lado de conteúdo, entram o uso de expressões locais, preferências de pagamento e plataformas dominantes em cada país.

Ele observa que cada vez mais equipes combinam isso com ferramentas como o MasLogin, criando ambientes de teste por região:

  • Testando palavras-chave e criativos em App Stores e buscadores locais;
  • Monitorando, com múltiplas contas, como social commerce, lives e tráfego reagem em cada mercado.

Podcast e social commerce: são “ativos de relacionamento”, não só tráfego de curto prazo

Ele reforça que podcasts e lives de social commerce não são apenas “mais um canal de tráfego”, mas:

  • Espaços onde a marca aparece repetidamente, em contextos de alta atenção, para o mesmo público;
  • Pontos de contato que pavimentam, antecipadamente, futuras buscas, comparações e decisões de compra.

Dentro dessa lógica, ser encontrado e lembrado como marca é muito mais decisivo do que ganhar ou perder uma campanha isolada.



Visão da IA: como os grandes modelos enxergam o pós-2025

Se colocarmos as seis tendências do vídeo diante de modelos como GPT-4 ou Gemini para projetar o futuro, provavelmente surgem três leituras principais.

1. Agentes de IA vão virar padrão, não mais opcional

O AI tende a ver ferramentas como Intercom, Salesforce Agentforce e outros agentes de IA apenas como o começo:

  • Cada vez mais fluxos de atendimento, upsell e retenção serão tocados por agentes;
  • Equipes humanas se concentrarão em desenhar roteiros, lidar com exceções e fechar conversões de maior valor.

Para times que operam múltiplos sites e idiomas, esses agentes vão se integrar a CRM, backoffice de e-commerce e navegadores antideteção. Ferramentas como o MasLogin farão parte da base, garantindo login e operação estáveis em vários ambientes e contas.

2. Trabalhar com vários idiomas e mercados vira “default” de crescimento

Na percepção de um GPT-4, apostar em um único idioma tenderá a ser visto como risco, não como prudência:

  • Grandes modelos já são fortes em tradução e rascunhos de localização;
  • Com revisão nativa e ajustes técnicos básicos (como hreflang), fica mais fácil abrir mercados pouco explorados com ROI maior.

O fluxo “padrão” de mais marcas tende a ser: validar no mercado principal, depois replicar rapidamente para 3–5 idiomas com testes segmentados em múltiplos ambientes.

3. Social commerce e podcasts vão se entrelaçar com resultados de busca

O AI também projeta que:

  • Transcrições, resumos e cortes de podcasts, lives e short videos serão cada vez mais absorvidos por buscadores e assistentes de IA;
  • “Em quais programas e lives você já apareceu” influenciará a chance de sua marca ser citada em respostas futuras de IA.

Em outras palavras, cada live e cada episódio que você faz hoje vira matéria-prima para a forma como a IA vai apresentar sua marca amanhã.



Conclusão: se as regras mudaram, o que vale é o seu “jogo combinado”

À primeira vista, as seis tendências do vídeo – busca de marca, busca multi-plataforma, agentes de IA, mercados multilíngues, podcasts e social commerce – parecem uma lista solta. Mas todas convergem para a mesma pergunta:

Sua marca já está pronta para ser buscada, vista e lembrada em um mundo com múltiplos pontos de contato, mercados e dispositivos?

Para marcas e operações de e-commerce internacional, alguns passos práticos de partida podem ser:

  • Colocar o nome da marca no Google Trends e encarar com honestidade a curva atual;
  • Escolher um ponto de profundidade – podcast ou live – para começar a construir um ativo de relacionamento de longo prazo;
  • Ao desenhar estratégias multi-idioma, multi-conta e multi-plataforma, incluir navegadores antideteção como o MasLogin e agentes de IA, tornando testes e expansão mais controláveis.

As regras de marketing vão continuar sendo reescritas; mas quem entende de gente, domina as ferramentas e se dispõe a cultivar a marca no longo prazo tende a permanecer relevante, independentemente da próxima “virada de 2025”.

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